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Digitalização do mercado aumenta procura por soluções de segurança

Disseminação dos processos de transformação digital aumentou a vulnerabilidade das empresas e, com ela, o mercado de segurança cibernética corporativa

22/03/2021 às 13h06

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Um dos maiores impactos trazidos pela aceleração dos processos de transformação digital das empresas foi o consequente aumento das ameaças cibernéticas. Pesquisas confirmam que um está diretamente relacionado ao outro e que, juntos, tonaram crítica a busca por soluções de segurança.

Falando dos processos de transformação, a pesquisa DT Index 2020, realizada pela Dell no Brasil, constatou que 87,5% das empresas ouvidas implementaram alguma iniciativa de transformação digital ao longo do ano passado. O problema é que, na mesma medida em que se habilitaram para operar no mundo virtual, estas empresas abriram novas portas para potenciais ataques cibernéticos.

E eles aconteceram. Um outro estudo, este realizado pela Kaspersky, especializada em cibersegurança, mostra que o Brasil é alvo de mais da metade (56%) dos ataques sofridos por empresas latino-americanas. Chamado Panorama de Ameaças de 2020, o estudo conclui que a tendência é que estes ataques se intensifiquem em volume e sofisticação.

Com tudo isso, é natural que a segurança cibernética se torne crítica para as empresas. A Oi Soluções, por exemplo, viu sua receita de serviços de segurança crescer 48% entre os meses de abril e dezembro de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. "A questão da segurança é tema prioritário em 100% das reuniões que faço com executivos de empresas de todo porte, do setor privado ou público", conta Adriana Viali, head da Oi Soluções, lembrando que as principais preocupações englobam prejuízos financeiros e de imagem e reputação. "As empresas estão acelerando ações para adotar ferramentas de segurança e garantir a proteção necessária para que o negócio continue operando e dentro da LGPD."

E é sempre bom lembrar que estas preocupações não são infundadas. Dados da Kaspersky mostram que o número de ataques cresceu cerca de 330% entre fevereiro e abril de 2020. Outra análise, feita pela Allianz, e que cita dados da Fortinet Threat Intelligence Insider Latin America, aponta que o Brasil foi alvo de mais de 3,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos entre janeiro e setembro de 2020.

Resposta

Mas qual o foco destes ataques? O fato é que um dos pontos fracos deste processo de digitalização da economia está no home office. "Dentro do escritório os usuários têm uma série de travas que não existem no ambiente doméstico, onde eles ficam mais expostos", diz Adriana, lembrando que todos os negócios são alvo em potencial. "Não importa se você é uma grande financeira ou um negócio de médio porte. Toda vez que você se expõe e tem tráfego, você está vulnerável."

E sobre a proteção destas vulnerabilidades é que o mercado de soluções tem se debruçado. A Oi Soluções, por exemplo, desenvolveu um antivírus - o Endpoint Security EDR - que combina inteligência artificial e machine learning para bloquear ameaças em tempo real. Na prática, o antivírus, enquanto roda, identifica as novas ameaças que vão surgindo e faz a adaptação necessária para combate-las. "A IA faz um trabalho constante de monitoramento enriquecendo a base. Em tempo real, ele identifica algum perfil diferente e já bloqueia, não espera ter o ataque para então se atualizar, como os antivírus anteriores", explica.

Adriana ressalta que o grande desafio da cibersegurança hoje é tentar estar adiante das ameaças. "Estamos mais vulneráveis hoje do que no passado, seguramente." Com o histórico de monitorar grandes eventos, a empresa também acompanha as tentativas de ataques em tempo real, num mapeamento ao estilo 'war room'. "Essa experiência de operar grandes eventos possibilitou trabalhar esse crescimento, avalia Adriana.

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