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Provedores de infraestrutura de TI sofisticam suas ofertas em cloud computing

Próximos passos na evolução das ofertas de infraestrutura de TI, o edge computing e o 5G impulsionarão novos serviços e aplicações como de IoT, realidade virtual e realidade aumentada de baixíssima latência.

15/07/2020 às 10h00

O início dos anos 2000 foi marcado pela convergência digital. Foi o momento em que operadoras, como a Oi, passaram a tirar proveito de sua estrutura própria de telecomunicações e sua capilaridade para oferecer infraestrutura de TI ao mercado.  

Estas ofertas começam físicas, com co-location acompanhadde todas as medidas de compliance e segurança, e evolui para as ofertas em clouds públicas, privadas ou híbridas como conhecemos hoje. E a tecnologia não para por aí. O próximo passo é o chamado edge computing, ou computação de borda, que permitirá a estas operadoras atender aplicações que exigem baixa latência e alto desempenho, que de todo modo não poderiam ser atendidas por abordagens mais centralizadas. 

O edge computing ganha importância neste momento porque, suportando estas aplicações, estará pronto para tornar real o uso de tecnologias que exigem baixa latência como automação industrial, controle de processos críticos, realidade aumentada, realidade virtual, streaming de games, diagnósticos e aplicações em tempo real, etc. Tudo isso complementado pela mobilidade que as redes 5G trarão em breve para estas mesmas aplicações.  

Bons exemplos de como estas ofertas serão necessárias é o crescimento do uso da telemedicina e os testes, cada dia mais consistentes, de carros autônomos. São dois casos de aplicativos que exigirão rodar em servidores que estejam próximos dos terminais, porque é isso que vai permitir reduzir drasticamente o tempo de resposta.  

Da mesma forma, já é possível ver o desenvolvimento de aplicações corporativas distribuídas que também vão exigir o uso de recursos computacionais mais próximo dos clientes finais. Como aqui falamos da experiência do cliente, quanto mais próximos os recursos de processamento estiverem do usuário, melhor ela será, podendo ocorrer praticamente em tempo real. 

Tudo isso será possível na medida em que se distribuir a capacidade computacional das nuvens para as pontas e é um movimento que já começa a ser visto em serviços de cloud pública e de cloud privada e é um dos pontos chave da evolução dos serviços de cloud que necessitem de alto desempenho e disponibilidade. 

O Edge Computing é implementado nas estações (data centers virtualizados) no ambiente das próprias operadoras, evoluindo para estruturas instaladas, por exemplos, em armários próximos às estações rádio base móvel ou em contêineres próximos aos bairros onde o processamento é necessário. Estas estruturas de suporte de computação na borda podem também ser dedicadas ao clientepermitindo o desenvolvimento de soluções privadas de Edge Computing. 

As redes 5G também se encaixam aqui, já que os serviços a serem desenvolvidos para este tipo de rede já nascem sob o conceito de alta disponibilidade de banda e trabalho com latências baixíssimas, principalmente quando falamos em IoT. No 5G a redução da latência, as maiores velocidades e o suporte massivo ao IoT são os principais atributos de rede 

Tudo isso precisa de interligação em fibra, e aqui as operadoras de telecomunicações, com sua alta capacidade e alta disponibilidade de rede, saem na frente com ofertas em edge computing. Na Oi, por exemplo, a solução Smart Cloud consegue levar o processamento para mais próximo do cliente, permitindo aos clientes expandir suas estruturas de cloud computing de acordo com a sua necessidade e demanda. A Oi conta com essa capilaridade de rede de fibra, essencial para prover esse tipo de estrutura.  

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